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O que é cross docking?

3 minutos | 24 de setembro 2019 | logística

Considerado uma estratégia logística, o cross docking ajuda as empresas na distribuição de mercadorias sem ocupar espaço no estoque.

Na era de consumidores cada vez mais exigentes pela entrega rápida do pedido correto, sai na frente a empresa que encontrar soluções para fidelizá-los proporcionando-lhes uma boa experiência de compra.

Um dos caminhos para isso pode ser o cross docking, um tipo de modalidade logística que dispensa o uso de estoques, disponibilizando produtos somente quando solicitados pelo consumidor. Em outras palavras, ao chegar da indústria, são transferidos pela empresa vendedora da etapa de recebimento para a etapa de expedição, eliminando a armazenagem e reduzindo o lead time, ou seja, o tempo que o pedido leva do pagamento até a entrega.

Outro benefício do cross docking é o auxílio na gestão de estoque, principalmente para quem tem espaço reduzido. A modalidade, muito utilizada pelo e-commerce porque deriva do sistema de administração just in time, promove a otimização máxima ou até mesmo a redução do estoque, eliminando a imobilização do capital de giro e o valor perdido com mercadorias que não são vendidas, ou que sofrem desvios, avarias e furtos.

Vale ressaltar que nas operações de cross docking os produtos não podem passar mais de 24 horas no CD. O lado bom é que a modalidade elimina problemas relacionados à validade dos produtos, principalmente os do gênero alimentício, pois se movimentam em entrada e saída contínuas. Depois de recebida, a mercadoria a ser despachada deve passar imediatamente para o veículo de saída ou mantida em área de picking (de separação de pedidos), mas a estocagem não pode ser feita. Para isso é importante contar com um sistema que organize as trocas de mercadorias. Outra medida fundamental é coordenar os integrantes da operação, considerando o período em que a frota alcançará o operador de cross docking.

Há três tipos de movimentação de cross docking:

1 – Contínua: é a forma tradicional, em que as mercadorias são recebidas pelo fornecedor e despachadas rapidamente para evitar o acúmulo de itens em estoque.

2 – Consolidada ou híbrida – as mercadorias são recebidas e separadas. Parte segue para o cliente final e parte pode ser direcionada para combinação com outros produtos, que formarão pedidos completos.

3 – Distribuição – geralmente utilizado para o B2B, os produtos são recebidos e separados para distribuição em cargas FTL (Full TruckLoad), sigla utilizada quando a carga é suficiente para completar um caminhão inteiro.

Como implantar o cross docking na empresa?

1 – Para que o cross docking funcione é preciso, primeiramente, investir em ferramentas de gestão empresarial, logística e transportes, conferindo, assim, mais eficiência na organização e sincronização tanto do fluxo de informações sobre as operações como no de produtos. O investimento em softwares adequados colabora para o aprimoramento de todo o processo.

2 – Ter uma equipe de operações multidisciplinar bem treinada para lidar com diferentes fornecedores e separar as cargas entre diferentes transportadoras ou veículos da frota durante o cross docking pode ser um diferencial estratégico de competitividade.

3 – A escolha de fornecedores confiáveis e a negociação constante também são importantes para garantir a qualidade e a quantidade das mercadorias, bem como a pontualidade na entrega. Vale lembrar que a empresa deve conferir sempre os itens recebidos no cross docking.

4 – A comunicação com o cliente é fundamental, e para quem utiliza o cross docking não é diferente. Ter um bom serviço de SAC para eventuais dúvidas e informações sobre o progresso na entrega do produto traz mais segurança para o consumidor.

5 – Contar com um centro de distribuição próprio ou alugado para receber os produtos do fornecedor e encaminhá-los ao comprador, assim como com uma transportadora especializada, é estratégico.

6 – Fazer um projeto piloto de cross docking com alguns fornecedores antes de mudar os seus processos também é interessante. Um teste com um volume de entregas menor ajuda a ajustar a demanda e estabelecer as melhores práticas.

7 – Calcular o prazo de entrega com o cross docking de forma realista, somando o prazo que o fornecedor dispõe para entregar os produtos à empresa com o tempo de entrega final prevista pelo CEP. Se são necessários três dias para receber o produto e três dias para entregá-lo nas mãos do consumidor, o prazo informado deve ser de seis dias. Prazos longos demais, mesmo por precaução, afastam os clientes, e prazos curtos podem não ser cumpridos.

8 – Por fim, toda a operação de cross docking necessita de revisão periódica para ajustes nas atividades.

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